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A instrução na família

As crianças estão sendo expostas a toda sorte de influências: do celular, da internet, dos vídeos, das redes sociais, que tem sem lado positivo, mas muitas vezes, sem nenhum tipo de filtro, por parte dos pais. Dessa forma, mesmo em lares cristãos, as crianças têm convivido, diariamente, com pornografia, violência, feitiçaria e promiscuidade. Toda esta imundície vai sendo jogada nas mentes tenras e indefesas dos pequenos, que, sem capacidade de avaliação crítica, acabam por assimilar conceitos extremamente nocivos à sua formação.
É no ambiente familiar que são ensinados e aprendidos os mais importantes princípios que irão determinar o comportamento de uma pessoa. Quando crianças, fazemos muitas perguntas aos nossos pais, porque queremos saber o porquê das coisas. À medida que o tempo passa, as perguntas tornam-se mais complexas, mas o lar continua sendo o melhor lugar para os filhos encontrarem as respostas para os seus questionamentos.
A escola secular tem o seu papel instrutivo, mas não pode substituir o lar, na formação do caráter cristão. A igreja também exerce sua função instrutiva, mas é no lar que a vida cristã de uma pessoa deve ser consolidada. Cabe ao pai e à mãe, portanto, a responsabilidade de instruírem sabiamente os filhos.
Ensinar-lhes a viver corretamente é ordem divina (Dt 6:6-9; Pv 22:6); é uma missão que não pode ser “terceirizada” às babás, às escolas maternais, aos professores ou aos parentes. É dos pais que os filhos devem ouvir a instrução e a orientação (Pv 1:5).
Trecho da Lição “A Instrução na família” da série de Lições Bíblicas “Crescendo em Família”, Edição 263, 2 Trim de 2003, Editora Promessa.

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