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A mentira na família

A revista Veja (Edição 1771 – 02/10/02) publicou uma reportagem de capa sobre a mentira. Com base em pesquisas de estudiosos do comportamento humano, mostrou que as centenas de mentiras que uma pessoa conta ou ouve por dia são um apaziguador social e sem elas a vida seria um inferno. 

Se, cientificamente ou filosoficamente, a maioria das mentiras é vista como um “apaziguador social”, teologicamente é um pecado maligno (Jo 8:44). Na lista das sete coisas que o Senhor detesta, está a língua mentirosa (Pv 6:16-19). Dessa forma, o ato de mentir é veementemente proibido pela palavra de Deus (Êx 20:16; Lv 19:11; Sl 5:6, 101:7; Pv 12:22, 19:5; Mt 5:37; Ap 21:8).                                                                      

Em seu evangelho, Jesus ensina que cada um é responsável, diante do Deus que não mente (Tt 1:1-2), pelas suas palavras: Eu afirmo a vocês que, no dia do juízo, cada pessoa vai prestar contas de toda palavra inútil que falou. Porque as suas palavras vão servir para julgar se você é inocente ou culpado (Mt 12:36-37 – NTLH). Enfim, os textos de Ap 21:27 e 22:15 afirmam que os que amam a prática da mentira serão impedidos de entrarem na cidade celestial.

Os evangelhos mostram que Jesus foi paciente com as prostitutas e os publicanos e que censurou, com firmeza, a religiosidade mentirosa dos fariseus, dizendo: … por fora vocês parecem boas pessoas, mas por dentro estão cheios de mentiras e pecados. (Mt 23:28).

 

Trecho da Lição “A mentira na família” da série de Lições Bíblicas “Crescendo em Família”, Edição 263, 2 Trim de 2003, Editora Promessa.

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